Tigresas do Kpop: Dreamcatcher faz a BABYMETAL e recria o aegyo em uma versão gótica

E finalmente após a consolidação internacional da BABYMETAL, o kpop mostra que é criativo e volta a beber do que a j-music sabe fazer de melhor e recicla-la de um jeito mais comercial possível e o resultado disso é Dreamcatcher (ex-MINX). As meninas vão pegar o famoso kpop inocente e puro (aegyo), mesclando-o com o rock pesado e criar o dark aegyo, gerando a faixa “Chase Me” que vocês vão conferir logo abaixo:

Chase Me” tem vários elementos em conjuntos que realmente funcionam muito bem, a faixa parece de início ser mais um aegyo simples, com um conceito mais sombrio, porém o clipe pedia algo mais, e logo na ponte para o refrão a canção começa a ficar ácida, nos preparando para a mudança brusca e intensa do que vem e explode em uma canção bem redonda. A produção conseguiu com bastante exito mesclar tudo para que todas conseguissem seus destaques e até mesmo o rap encaixar dentro da música sem perder o seu eixo principal, mantendo tudo dentro de uma coesão bastante agradável. O único defeito da canção é não apresentar um middle-8 realmente marcante, mas logo depois vem um elemento bem clichê em j-rock songs que é vir uma parte acústica do refrão para te instigar ao último refrão bem intenso e isso elas fazem com sucesso. Em geral, a canção tem mais êxitos do que falhas, e isso faz com que a busca em recriar o que BABYMETAL dê certo.

dreamcatcher-chaseme2.png

Já o clipe das meninas é realmente bem criativo, ele vai trazer uma série de elementos de filmes de terror clássicos, basta analisar detalhadamente cada referência apresentada por cada integrante da banda. O enredo do clipe é bem revigorante, a edição e direção realmente foi muito feliz em seu trabalho como um todo tendo um saldo bem positivo para as meninas, além da ótima jogada de marketing em lançar em uma sexta-feira treze. Em resumo, tudo soou muito bem coeso para que “Chase Me” brilhasse.

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A canção é boa, e poderia ter chegado a um patamar maior se tivesse tido um pente mais fino na parte do middle-8 da música, pois deixou ela um tanto morna nesse momento, sem grandes novidades, apenas no piloto automático até que o refrão cuidasse para que sua mente ficasse imersa no repeat, funcionou, mas poderia dar mais impacto e fazer a canção ser possivelmente uma das mais marcantes do ano, não que a faixa por si só não soe inovadora. Em um apanhado geral, a canção tem exito, uma produção que funciona e soube mesclar todos os elementos que se propôs a fazer da melhor maneira possível, ponto para a equipe e as meninas do Dreamcatcher/MINX.

Assinado por: JAPONESQUE DIVAS

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